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 Corrente Elétrica


Definição: Num fio metálico existem cargas elétricas livres (elétrons). Quando ligamos este fio a uma fonte, uma diferença de potencial elétrico é estabelecida entre suas extremidades e um campo elétrico é gerado em seu interior. Devido a este fato estabelece-se uma corrente elétrica, que é o movimento ordenado de cargas na superfície do condutor.
1a LEI DE OHM: V = R x i
A relação entre a tensão (V) e a corrente ( i ) mantém-se constante (para um elemento linear), isto é, V / i = constante. Esta relação é o próprio valor da resistência R do condutor.
2a LEI DE OHM: R=r (l /A)
A resistência elétrica é diretamente proporcional ao comprimento do condutor (L) e inversamente proporcional a sua área (A). A resistividade (r) é um valor constante, e depende de cada material.
Portanto podemos definir para a resistência elétrica em um condutor:
1) ela é tanto maior quanto maior for o seu comprimento.
2) A resistência de um condutor é tanto maior quanto menor for a área de sua seção reta, isto é, quanto mais fino for o condutor.
3) A resistência de um condutor depende do material de que ele é feito






 Campo Magnético


Toda corrente elétrica gera um campo magnético ao redor de si.
Um fio enrolado em um pedaço de ferro torna-se um imã quando atravessado por uma corrente elétrica, efeito que ocorre somente enquanto ela existir no fio, sendo possível que o ímã seja ligado ou desligado.
Uma bobina (ou solenóide) é constituída por um fio enrolado várias vezes com a forma espiral, sendo cada uma das voltas uma espiral.
Estabelecendo-se uma corrente em suas espiras, cria-se um campo magnético no interior da bobina. Seu valor, ao longo do eixo central, depende da intensidade da corrente elétrica ( i ), do número de espiras (N), do comprimento do solenóide (L) e da permeabilidade magnética do (m) do material do núcleo (pedaço de ferro) no qual as espiras são enroladas.
B=m. i .N/L, onde m=permeabilidade magnética do meio
A intensidade de um eletroímã depende também da facilidade com que o material em seu interior é magnetizado. A maior parte dos eletroímãs é feita de ferro puro, que se magnetiza rapidamente.
Lei de Lenz / Faraday
Quando variamos a intensidade da corrente elétrica num circuito fechado é produzida uma tensão induzida que gera correntes e campos magnéticos contrários à variação da corrente e ao campo magnético que estavam presentes no circuito. Portanto estas grandezas induzidas possuem sentidos opostos aos presentes inicialmente no circuito, sendo indicadas por um sinal negativo (-).
Efeito Joule:
Um condutor metálico, ao ser percorrido por uma corrente elétrica, se aquece. Para um certo aparelho, a tensão é sempre a mesma durante o seu funcionamento. O chuveiro é um exemplo, mas mesmo assim, pode-se obter diferentes potências (verão e inverno) sem a variarmos. Isso ocorrerá se a corrente no resistor for diferente, já que a tensão da fonte é sempre a mesma. A relação entre a potência, a corrente e a tensão pode ser expressa pela equação: P= i. V (Potência = corrente x tensão).
Como V=RI, podemos escrever que (P=R.i2), sendo que a potência dissipada depende do quadrado da corrente elétrica e da resistência elétrica presente no aparelho. 






 O Relé


A história do relé começa em 1837 quando Samuel Morse, ao criar o telégrafo, usou um eletroímã inventado pouco antes (1824) por J. Henry. Estima-se que a produção anual de relés no mundo ultrapasse os 25 bilhões de unidades, destinados as mais variadas aplicações.
Podemos citar algumas vantagens da utilização de relés:
•Um relé pode acionar mais de um circuito ao mesmo tempo com um único sinal;
•Os sinais de saída são completamente isolados e são independentes dos de entrada;
•A tensão de controle (na bobina) pode ser consideravelmente menor que a dos contatos (saída);
•Um relé pode controlar sinais DC por meio de tensão AC e vice-versa.
RELÉ DE IMPULSO

Para compreender a lógica do relé de impulso, é necessário conhecer o relé eletromagnético. Um relé eletromagnético (ou relé tudo ou nada) se compõe de um eletroímã (ou bobina), uma base montada e os contatos.

Funções:
- transformar corrente elétrica em fluxo magnético;
- transformar o fluxo magnético em força mecânica;
- utilizar a força para mover os contatos;
- conduzir a corrente elétrica através dos contatos;
- armazenar a energia mecânica em uma mola.
Funcionamento e aplicação:
O relé de impulso é um outro tipo de relé eletromagnético. Porém a grande diferença é a versatilidade que é proporcionada: com a programação através de CAME*, o relé - composto por dois tipos de contatos (fixo e móvel) - pode efetuar diferentes seqüências de acionamento. Portanto, podemos controlar diversos circuitos ao mesmo tempo utilizando um conjunto de botões pulsadores e controlando a quantidade de pulsos. As instalações elétricas tradicionais e pequenas automações residenciais vêm sendo aprimoradas com recursos tecnológicos que tem custos acessíveis, proporcionando segurança, economia, versatilidade e simplicidade.
* CAME: trata-se de um componente mecânico semelhante a uma roda dentada que recebe uma programação, disponibilizando várias alternativas para aplicação com diferentes seqüências.
Segurança
- Um relé pode controlar sinais DC por meio de sinais AC ou vice-versa, e ainda comandar altas potências com baixos sinais de tensão.
- Os circuitos de força e comando são separados fisicamente, sob isolação galvânica (SELV), oferecendo total segurança na operação.
Economia e flexibilidade
- Pode-se acionar mais de um circuito ao mesmo tempo com um único sinal.
- Podem-se acionar pontos de luz a partir de vários locais, independente da distância entre os acionamentos, sem o incômodo de um ponto fixo ou a complexidade de sistemas sofisticados de comando.
- Possibilita a redução de custos de mão de obra e material necessário para os condutores, pois o circuito que comandará exclusivamente a bobina do relé pode se expandir ao número de pontos que forem necessários, somente com a utilização de dois fios de 0,5mm2, deixando para os contatos o chaveamento do circuito de força.
Versatilidade
- Todas as opções dos sistemas de fixação estão disponíveis, seja no alojamento do relé numa simples caixa de passagem ou na instalação em quadro de distribuição com uso de trilho ou ainda na fixação por parafusos, uma vez que os relés são dotados de furos e aletas desenhadas para esse fim.
Simplicidade
- Os interruptores simples, paralelos e intermediários serão substituídos por botões pulsadores (botões de campainha).









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